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Totalmente Enrolada – O Big Chop

Hoje no Totalmente Enrolada a Taís Gavioli Araújo vem falar como foi que ela superou o Big Chop e o que ela aprendeu com ele… Vem se enrolar também!

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O que eu aprendi com o Big Chop

Oiii meninas, estou aqui pra contar que passei pela fase dos 3 meses de big chop com sucesso rsrs, posso dizer que foi a fase mais difícil de toda a transição, depois que passa aquela alegria toda de ter se libertado vem o ” E agora? ” . Essa pergunta fica martelando na nossa cabeça, a gente vai na frente do espelho e tenta arrumar de todos os jeitos possíveis porque os compromissos não podem esperar. Muitas de nós acredita que quando cortamos, o cabelo vai enrolar na mesma hora mas se decepciona com o que vê, sim o cabelo fica pior do que a gente achava que ficaria.  Sim, a definição parece que nunca vai acontecer, nos sentimos como umas Ets; sim, choramos de arrependimento daí vem aquela pessoa que não sabe o que diz e fala ” seu cabelo ficou horrível assim, melhor alisar” (pior pergunta ever).

É nesse momento que a gente percebe que não nos arrependemos coisa nenhuma, porque sentimos a vontade de explicar o porquê da nossa escolha, mas só para olhamos e pensamos ” quer saber, não, vale a pena sim, está lindo sim, e vai ficar melhor ainda e você que está falando mal ainda vai elogiar (pode acreditar é assim q acontece)”. 

A primeira saída é uma sensação estranha de uma nova mulher que está se conhecendo , a primeira hidratação a gente coloca a maior fé e não é como esperamos. O dayafter é uma coisa que não é de Deus kkkkkk. Muitas meninas desistem nessa fase, muitas se sentem sozinhas sem o apoio da família, a casos de namorados (se é que podem ser chamados assim, porque amar nóis num ama, como diria Petrisson) que terminaram por não gostar (homens tem medo da mulher confiante) da nova namorada ao invés de apoiar…

Todo esse sofrimento faz parte da nova mulher que nos tornamos depois que cortamos o cabelo, as decepções, as coisas ruins que ouvimos, as opiniões que não pedimos, nada disso importa quando olhamos pro espelho e vemos quem somos realmente que aquele cabelo foi Deus que nos deu, que aquele papo de ” você não fica bem de cabelo crespo” é mentira….

Até que depois de muitooooo cuidado amor e dedicação, os primeiros sinais de definição vão aparecendo, um cacho aqui outro ali, 1000 fotos pra mostrar a nova descoberta, aquela sensação de “uhuuul tá cacheando “ e tome cronograma, até que a gente aprende do que nosso novo cabelo precisa, de que jeito ele fica melhor, e aí é só amor. A vontade de cuidar só aumenta, e as opiniões pouco importam, a alegria toma conta…

Eu vivi e passei pelos 3 meses do temido BC e hoje posso dizer que eu sou muito mais feliz, nenhuma opinião me derruba fácil, me tornei mais forte, mais empoderada,me reconheço no espelho de dentro pra fora… Só amor, cacheadas, só amor
Mulher também é bonita de cabelo curtinho, não deixe que digam ao contrário … Força meninas

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Quem disse que cacheada não pode ter franja?!

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Gostou da história da Thaís?! Vem contar a sua também! Beijos de brilho e definição :* :*

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Violência – Mulheres uni-vos

Vasta confusão de pensamentos quando se é pra falar sobre mulher e sobre ser mulher em meio a uma sociedade onde tanto se desconsidera e desqualifica o sexo feminino. Onde o medo se faz tão presente no cotidiano. Onde existe um índice tão alto de violência contra a mulher. Onde o machismo é predominante e naturalizado. Onde o dedo tá sempre apontado para a mulher, culpando-a e o respeito quase sempre em falta... Você sabe/sente o que é ser mulher? O medo de ser violentado faz parte do seu cotidiano? Então não fale por nós! Não é mimimi! A cada dia se expande a certeza de que é preciso falar mais sobre esse tema, que precisamos do feminismo, que precisamos de luta, aqui e agora, em todos os âmbitos. Dentro e fora...
Anseios e sangue sobre papel Fabriano. Estudos para reflexões acerca do feminino. 

“Vasta confusão de pensamentos quando se é pra falar sobre mulher e sobre ser mulher em meio a uma sociedade onde tanto se desconsidera e desqualifica o sexo feminino. Onde o medo se faz tão presente no cotidiano. Onde existe um índice tão alto de violência contra a mulher. Onde o machismo é predominante e naturalizado. Onde o dedo tá sempre apontado para a mulher, culpando-a e o respeito quase sempre em falta… Você sabe/sente o que é ser mulher? O medo de ser violentado faz parte do seu cotidiano? Então não fale por nós! Não é mimimi! A cada dia se expande a certeza de que é preciso falar mais sobre esse tema, que precisamos do feminismo, que precisamos de luta, aqui e agora, em todos os âmbitos. Dentro e fora…”

 

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Se é pra falar das cicatrizes, inclui-se agora mais do que nunca as marcas deixadas pelo machismo diariamente em cada mulher, a cada hora, em cada lugar… Não nos calaremos. Estudos para reflexões acerca do feminino.
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Uma dose a mais de respeito – Violence against women; Estudos para reflexões acerca do feminino.

 

Se quiser entrar em contato com a Jaque para ajudar nessa construção do estudo, vou deixar os contatos dela:
Facebook: https://www.facebook.com/Linear-999997546691639/
Insta: @florescimento
Se quiser pesquisar um pouco mais sobre o assunto, segue um link bem bacana:
 É hora de nos unirmos e dizer NÃO à toda essa OPRESSÃO!

Reconstrua-se, Liberte-se, Ame-se!

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Totalmente Enrolada e Empoderada – Giovanna Lingeardi

totalmente enrolada meio enroladaComo prometido, esse mês tivemos duas histórias Totalmente Enroladas. Estamos fechando com chave de ouro e uma Diva empoderada com suas novas ondas! Hoje, viemos trazer pra vocês a história de aceitação da Giovanna Lingeardi de 18 anos, que mora Taubaté – São Paulo. Esperamos que ela te sirva de inspiração para cada momento que você precisa da força das suas ondas.

Bom dia meninas! Vou contar minha história para vocês então.Eu tinha por volta de 11 anos quando comecei a fazer escova no meu cabelo, não lembro ao certo como foi mas eu queria os cabelos lisos como as outras garotas, e na minha escola fazer chapinha e escova tinha meio que virado uma febre entre as garotas. Passei seis anos da minha vida fazendo isso, lutando contra meu cabelo, e o mais engraçado é que a maioria dos meus parentes diziam que meu cabelo natural era muito mais lindo.

Foi no ano passado em um dia normal que eu lavei o cabelo para ir na escola e sentei na porta da sala, estava muito calor no dia, meu cabelo começou a secar e fazer ondas e eu pensei “nossa, como ele está lindo! Tenho que parar com isso, não posso deixar esses padrões de beleza ditarem como meu cabelo deve ser.” Apareci na escola com o cabelo todo ondulado, meio indefinido ainda, algumas pessoas elogiaram muito e na mesma proporção outras falaram que estava horrível e eu não dei ouvidos. Dia 20 de junho faz um ano que me aceitei e nunca fui tão feliz, meu cabelo me empodera, faz eu me sentir forte.
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