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Totalmente Enrolada – O Big Chop

Hoje no Totalmente Enrolada a Taís Gavioli Araújo vem falar como foi que ela superou o Big Chop e o que ela aprendeu com ele… Vem se enrolar também!

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O que eu aprendi com o Big Chop

Oiii meninas, estou aqui pra contar que passei pela fase dos 3 meses de big chop com sucesso rsrs, posso dizer que foi a fase mais difícil de toda a transição, depois que passa aquela alegria toda de ter se libertado vem o ” E agora? ” . Essa pergunta fica martelando na nossa cabeça, a gente vai na frente do espelho e tenta arrumar de todos os jeitos possíveis porque os compromissos não podem esperar. Muitas de nós acredita que quando cortamos, o cabelo vai enrolar na mesma hora mas se decepciona com o que vê, sim o cabelo fica pior do que a gente achava que ficaria.  Sim, a definição parece que nunca vai acontecer, nos sentimos como umas Ets; sim, choramos de arrependimento daí vem aquela pessoa que não sabe o que diz e fala ” seu cabelo ficou horrível assim, melhor alisar” (pior pergunta ever).

É nesse momento que a gente percebe que não nos arrependemos coisa nenhuma, porque sentimos a vontade de explicar o porquê da nossa escolha, mas só para olhamos e pensamos ” quer saber, não, vale a pena sim, está lindo sim, e vai ficar melhor ainda e você que está falando mal ainda vai elogiar (pode acreditar é assim q acontece)”. 

A primeira saída é uma sensação estranha de uma nova mulher que está se conhecendo , a primeira hidratação a gente coloca a maior fé e não é como esperamos. O dayafter é uma coisa que não é de Deus kkkkkk. Muitas meninas desistem nessa fase, muitas se sentem sozinhas sem o apoio da família, a casos de namorados (se é que podem ser chamados assim, porque amar nóis num ama, como diria Petrisson) que terminaram por não gostar (homens tem medo da mulher confiante) da nova namorada ao invés de apoiar…

Todo esse sofrimento faz parte da nova mulher que nos tornamos depois que cortamos o cabelo, as decepções, as coisas ruins que ouvimos, as opiniões que não pedimos, nada disso importa quando olhamos pro espelho e vemos quem somos realmente que aquele cabelo foi Deus que nos deu, que aquele papo de ” você não fica bem de cabelo crespo” é mentira….

Até que depois de muitooooo cuidado amor e dedicação, os primeiros sinais de definição vão aparecendo, um cacho aqui outro ali, 1000 fotos pra mostrar a nova descoberta, aquela sensação de “uhuuul tá cacheando “ e tome cronograma, até que a gente aprende do que nosso novo cabelo precisa, de que jeito ele fica melhor, e aí é só amor. A vontade de cuidar só aumenta, e as opiniões pouco importam, a alegria toma conta…

Eu vivi e passei pelos 3 meses do temido BC e hoje posso dizer que eu sou muito mais feliz, nenhuma opinião me derruba fácil, me tornei mais forte, mais empoderada,me reconheço no espelho de dentro pra fora… Só amor, cacheadas, só amor
Mulher também é bonita de cabelo curtinho, não deixe que digam ao contrário … Força meninas

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Quem disse que cacheada não pode ter franja?!

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Gostou da história da Thaís?! Vem contar a sua também! Beijos de brilho e definição :* :*

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Violência – Mulheres uni-vos

Vasta confusão de pensamentos quando se é pra falar sobre mulher e sobre ser mulher em meio a uma sociedade onde tanto se desconsidera e desqualifica o sexo feminino. Onde o medo se faz tão presente no cotidiano. Onde existe um índice tão alto de violência contra a mulher. Onde o machismo é predominante e naturalizado. Onde o dedo tá sempre apontado para a mulher, culpando-a e o respeito quase sempre em falta... Você sabe/sente o que é ser mulher? O medo de ser violentado faz parte do seu cotidiano? Então não fale por nós! Não é mimimi! A cada dia se expande a certeza de que é preciso falar mais sobre esse tema, que precisamos do feminismo, que precisamos de luta, aqui e agora, em todos os âmbitos. Dentro e fora...
Anseios e sangue sobre papel Fabriano. Estudos para reflexões acerca do feminino. 

“Vasta confusão de pensamentos quando se é pra falar sobre mulher e sobre ser mulher em meio a uma sociedade onde tanto se desconsidera e desqualifica o sexo feminino. Onde o medo se faz tão presente no cotidiano. Onde existe um índice tão alto de violência contra a mulher. Onde o machismo é predominante e naturalizado. Onde o dedo tá sempre apontado para a mulher, culpando-a e o respeito quase sempre em falta… Você sabe/sente o que é ser mulher? O medo de ser violentado faz parte do seu cotidiano? Então não fale por nós! Não é mimimi! A cada dia se expande a certeza de que é preciso falar mais sobre esse tema, que precisamos do feminismo, que precisamos de luta, aqui e agora, em todos os âmbitos. Dentro e fora…”

 

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Se é pra falar das cicatrizes, inclui-se agora mais do que nunca as marcas deixadas pelo machismo diariamente em cada mulher, a cada hora, em cada lugar… Não nos calaremos. Estudos para reflexões acerca do feminino.
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Uma dose a mais de respeito – Violence against women; Estudos para reflexões acerca do feminino.

 

Se quiser entrar em contato com a Jaque para ajudar nessa construção do estudo, vou deixar os contatos dela:
Facebook: https://www.facebook.com/Linear-999997546691639/
Insta: @florescimento
Se quiser pesquisar um pouco mais sobre o assunto, segue um link bem bacana:
 É hora de nos unirmos e dizer NÃO à toda essa OPRESSÃO!

Reconstrua-se, Liberte-se, Ame-se!

Cortando o cabelo no Salão Lunablu

Cortando o cabelo no Salão Lunablu

OMG, cortei o cabelo!

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Para tudo porque eu cortei minha juba quilométrica e agora cá estou eu: cachinhos dourados e curtinhos!

Como vocês sabem, sempre fui dona de uma juba pra lá de grande, maas o tempo passa, a pessoa não corta o cabelo e fim: ele fica gigante e indefinido.

Então tive que cortar. Não só tive como estava doida para cortar e dar um movimento e leveza para as madeixas e escolhi o Salão Lunablu  para realizar os meus desejos.

O Lunablu é um salão especializado em cabelos cacheados, com 4 unidades (duas em São Paulo, uma na Bahia e uma no Rio) e lá eu senti que os meus cabelos teriam todo o cuidado e carinho de que estavam precisando.

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Esperando para cortar a juba

Fui extremamente bem recebida e todos lá foram suuper atenciosos. Pedi um corte em camadas e levei uma foto para saberem mais ou menos como eu queria. Eu desejava um cabelo com muitas camadas, que elas começassem bem no topo da cabeça e um cabelo cheio de movimento.

E foi exatamente isso que eu consegui quando saí de lá.

No salão eles costumam fazer dois tipos de corte: o corte a seco e o corte cacho a cacho (a explicação de ambos está no vídeo abaixo) e no meu caso começamos com um corte a seco.

Nele meu cabelo foi cortado do mesmo jeito que eu cheguei lá (sem lavar) e em cada mechinha de cabelo a cabeleireira ia cortando um centímetro e subindo ele até chegar em 90º.

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Depois eles fizeram um sobrecorte (pegando a parte do topo da cabeça) para garantir mais camadas e mais volume.

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Quando eu descobri que era um leãozinho

E por fim lavaram os meus cabelos, finalizaram com os produtos lunablu (resenha aqui), secaram e aí arrumaram algumas pontinhas com um corte cacho a cacho.

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Gravei esse vídeo no salão com a cabeleireira explicando os tipos de corte e a importância de cortar os cabelos cacheados de algumas formas:

E apesar de estar com o cabelo beem curtinho e estar surpresa comigo mesma por ter tido toda essa coragem (haha) eu gostei muito do resultado e achei que meus cabelos estão extremamente mais leves e mais definidos. Não parece que eu tenho tanto cabelo quanto antes, sinto que os fios ganharam um movimento e estão com uma aparência mais hidratada.

E aqui vão fotenhas do antes e depois!

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E os endereços do Salão você confere nesse link. Eu fui no que fica na República ali do ladinho do metrô.

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Boom, espero que vocês também tenham gostado do resultado!

Um beeeijo!

Totalmente Enrolada: Mariana Barbosa

Totalmente Enrolada: Mariana Barbosa

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O Totalmente Enrolada de hoje, vem contar a história da Mari Barbosa, que mesmo não tendo que passar pela transição da química, passou por uma adolescência conturbada e com vergonha dos seus cabeLindos. Mas graças à eles ela conheceu uma pessoa que a fez mudar pra sempre e se amar novamente.

Bom, eu sou enrolada desde sempre e nunca fiz qualquer tipo de tratamento para modificar a estrutura do meu cabelo (sabe, filha de pai e mãe cabeleireiros). Até meus 15 anos, nunca tive autonomia sobre ele. Meus pais sempre elogiaram meu cabelo mas sempre diziam que era um cabelo difícil para uma criança cuidar, por isso, até então, eu tinha o cabelo curto, ora channel, ora “Joãozinho”. Nunca tive problemas na escola ou em qualquer outro lugar por conta do meu cabelo, tive uma infância tranquila e sempre gostei do meu cabelo natural. É lógico que de pequena, eu queria ser loira lisa dos olhos azuis, mas mesmo assim eu sempre vi beleza em mim, assim, como eu sou.

Os problemas realmente me afetaram depois do meu aniversário de 15 anos, foi muita coisa, tudo junto, cabelo crescendo loucamente desvairado para todos os lados, minha família mudando de cidade, escola nova, amigos novos, irmãos nascendo… Críticas e mais críticas… O bom foi que meu cabelo cresceu rápido e aos 16 ele tinha peso, volume e quantidade… Era lindo mesmo! Aos 16 mesmo, eu voltei para minha cidade e novos problemas me atingiram. Não adianta: essa idade é cheia de altos e baixos. Daí vieram os vestibulares, escola nova, meus pais mudando de emprego, casa nova, irmãos pequenos, espinhas, namorados loucos… Eu só sei que eu vivia com meu cabelo preso, o tempo todo, lavava e prendia, ia sair prendia, ia dormir prendia.

Quando tudo isso acabou? Bom foi em 2008, quando eu passei na faculdade, terminei um noivado de 3 anos e comecei a estagiar.Voltei a cuidar de mim e das minhas madeixas. Graças a elas que conquistei meu marido, como ele sempre diz: ” não tinha como não se encantar com aqueles lindos cachos cobreados ao vento de um fim de tarde dourado de uma quarta-feira”... Casar foi a melhor coisa que me aconteceu, meu marido me fez ver o quanto eu era bonita, mesmo descabelada depois de acordar, e o potencial que eu tinha para me satisfazer comigo mesmo. Bom, essa sou eu, Mariana Barbosa, 27 anos, casada há 7 anos, bacharel em Direito, especialista em Direito Tributário… Linda e enrolada com orgulho!!! Sem medo de ser feliz assim, natural, leve e espontânea.meio enrolada m baqrbosa

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Totalmente Enrolada e Empoderada – Giovanna Lingeardi

totalmente enrolada meio enroladaComo prometido, esse mês tivemos duas histórias Totalmente Enroladas. Estamos fechando com chave de ouro e uma Diva empoderada com suas novas ondas! Hoje, viemos trazer pra vocês a história de aceitação da Giovanna Lingeardi de 18 anos, que mora Taubaté – São Paulo. Esperamos que ela te sirva de inspiração para cada momento que você precisa da força das suas ondas.

Bom dia meninas! Vou contar minha história para vocês então.Eu tinha por volta de 11 anos quando comecei a fazer escova no meu cabelo, não lembro ao certo como foi mas eu queria os cabelos lisos como as outras garotas, e na minha escola fazer chapinha e escova tinha meio que virado uma febre entre as garotas. Passei seis anos da minha vida fazendo isso, lutando contra meu cabelo, e o mais engraçado é que a maioria dos meus parentes diziam que meu cabelo natural era muito mais lindo.

Foi no ano passado em um dia normal que eu lavei o cabelo para ir na escola e sentei na porta da sala, estava muito calor no dia, meu cabelo começou a secar e fazer ondas e eu pensei “nossa, como ele está lindo! Tenho que parar com isso, não posso deixar esses padrões de beleza ditarem como meu cabelo deve ser.” Apareci na escola com o cabelo todo ondulado, meio indefinido ainda, algumas pessoas elogiaram muito e na mesma proporção outras falaram que estava horrível e eu não dei ouvidos. Dia 20 de junho faz um ano que me aceitei e nunca fui tão feliz, meu cabelo me empodera, faz eu me sentir forte.
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Cabelos e Padrões de Beleza?

Cabelos e Padrões de Beleza?

É, onduladas, hoje chegou o dia de conversarmos francamente sobre padrões de beleza e como eles influenciam nossos cabelos. Quem aqui já sofreu bullyng por causa do cabelo e você já pensou o por quê disso?

O padrão que é imposto pela mídia é o da mulher europeia e norteamericana, branca, magra, loira e do cabelo bem liso. Tudo que se diferencia disso é associado aos traços negros, o que nessa sociedade racista tem um caráter negativo e “tem que ser combatido ou disfarçado”. E os nossos cabelos não ficaram fora desse enquadramento, apesar de não termos o cabelo cacheado ou crespo, as ondas já remetem minimamente a uma forma diferente, então tiveram que ser alisadas e disfarçadas.

Cara Delevingne – Modelo

E agora, a gente começou a assistir um movimento lindo de mulheres que começaram a assumir seus cabelos nas suas formas mais diversas e nós onduladas não ficamos fora dessa, começamos a colocar nossas ondas temperamentais ao vento.

Blogueira e símbolo do cabelo cacheado
Rayza Nicácio – Blogueira e Símbolo do Cabelo Cacheado

Então se criou um ideal de cabelo cacheado bem definido, sem frizz, perfeitamente modelado. Mas nem todos os tipos de cabelos foram contemplados nesse ideal, os principais atacados são os cabelos crespos que novamente foram rotulados de cabelos duros e todo aquela ladainha racista que sabemos qual é, mas poucas sabem na pele o que é. Também tentamos nos enquadrar nesse modelado, principalmente porque as ondas de babyliss que estão aí e Gisele vêm nos mostrar isso, pois suas ondas estão sempre perfeitas e sensuais.

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Gisele Bundchen – Modelo Aposentada e Símbolo da “Beleza Brasileira” pelo mundo afora.

Só quem é ondulada sabe que a realidade não bem é essa, seu cabelo tem vontade própria e tentar doma-los é uma tarefa árdua, principalmente cansativa e nem sempre necessária. Nosso cabelo tem em sua essência a própria inconstância e não é necessário tentar forçadamente modela-lo incansavelmente sempre, vamos deixa-los livres, tentarmos ser livres também de todos os padrões de beleza e empoderar outras mulheres da sua beleza e liberdade

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Você é a dona do seu próprio cabelo e do seu próprio corpo!

Terminaremos esse post com uma frase de Simone de Beauvoir que traduz bem o que queremos para todos os padrões de beleza e uma boa música que questiona esses padrões. Um cheiro!

Que nada nos defina, que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância, já que viver é ser livre. ❤

Inspiração do dia: Chapéu nas meio enroladas!

Inspiração do dia: Chapéu nas meio enroladas!

E quem foi que disse que os chapéus são acessórios apenas para as meninas lisas ou onduladas?
Não não não.
Cacheadas, meio enroladas, onduladas, black power, todas todas estão liberadas para usar!

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Muitas vezes pensamos que esse acessório assim como boinas e toucas não ficam bem com o nosso tipo de cabelo, que se usarmos parecerá que estamos com um capacete na cabeça e coisas do tipo. As próprias fotos que vemos na internet muitas vezes nos mostram looks que parecem insistir nessa teoria absurda.

Eu mesma, antes de assumir os cachos só aceitava colocar um chapéu na cabeça com as madeixas bem lisas, aliás, quanto mais lisas melhor!
Hoje, no entanto, com os meus day afters às vezes complicados, com a aceitação dos meus cachos e com coragem pra inovar, percebi como esse acessório pode ser um grande salvador da pátria em alguns dias como também pode me garantir um visual lindo e inovador.

Infelizmente, é claro, chapéus não são tão comuns no Brasil, talvez pelo clima tropical e pela falta, muitas vezes, de criatividade e inspirações, mas o importante é ousar!
E quer algo mais ousado, inovador, único e charmoso do que as nossas ondas lindas associadas à chapéus magníficos? Impossível querer mais!
Por isso, digo e repito: importante não é o seu tipo de cabelo e sim se você sabe como usar o adereço e se você se sente confortável com o mesmo.
O resto? O resto é charme que nós jogamos para os olhares das pessoas que não têm coragem de sair na rua cheias de estilo e confiança assim como nós!

E aqui vão alguns exemplos das minhas madeixas enchapeladas:

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Eu e o meu amado Matinê!
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Fedora: Meu primeiro amor!
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Meu mais novo vício amado: Floppy!
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Um Panamá para os dias estilosos!

E é isso, meus amores!

Tenham coragem não apenas para assumir seus cachos: Inovem, sejam livres, felizes e diferentes!

Um beeeijo gigante!

Totalmente Enrolada: Natália Luiza

Totalmente Enrolada: Natália Luiza

Esse mês nós atrasamos um pouco nosso Totalmente Enrolada, mas venho com uma notícia bem legal: teremos dois ainda nesse mês.meio enrolada totalmente enrolada

Esse é um post super especial, pois se trata de uma amiga de verdade, que passou por tudo que eu (Marianne) passei durante minha vidinha meio enrolada. Mesmo frama, mesma história, só que em Estados diferentes… Nos conhecemos no grupo Amigas Onduladas e criamos laços logo de cara, por termos cabelos tão iguais. Pois bem, chega de historinha e vamos ao que interessa: nossa meio enrolada Natylinda.

“Desde muito nova ouvia boatos sobre o meu cabelo: – O cabelo de Naty é liso/ – O cabelo de Naty não é nem liso nem cacheado. E cresci assim, pensando o que é meu cabelo?

Houve momentos da minha vida, ainda criança, com meus 9 anos de idade que enrolava meus cabelos nem liso nem cacheados RS. Fazia como a minha irmã; com eles bem encharcados lambia de creme e amassava bem com a toalha. Pronto, problema resolvido! Meu cabelo nem liso nem cacheado agora é cacheado. Era satisfatório apesar de ficar duro e sem movimento RS. Mas cansava e acabava fazendo como sempre (lavando e deixando secar simplesmente). Anos mais tarde, um pouco maior, já uma pré- adolescente, conheci uma cabeleireira que me apresentou o difusor. Me encantei, me apaixonei, e amei meu cabelo. Aquele volume, aquele estilo selvagem que sempre almejei. Foi aí que comecei a conhecer meu cabelo. Mas ainda temia dizer que era ondulado. Pensava: Não, um cabelo ondulado tem aquelas ondas perfeitas sem fazer nada.totalmente meio enrolada

Eu não sabia o que era finalização, muito menos que existiam tipos diferentes de cabelos ondulados. Tive meus momentos de progressiva, e andei lisa por aí, desperdiçando minhas lindas ondas. Nos espelhamos em quem convivemos. Eu tinha minha mãe-cabelo liso escorrido. E minha irmã – cabelo cacheado tipo 3b. Me espelhar em quem? Hoje sei quem sou e posso dizer com muito orgulho, depois de progressiva e muitas mãos de creme SOU UMA NEM LISA E NEM CACHEADA. E sei o que isso significa. Sei que todas precisam de finalização para ter aquelas ondas perfeitas e não tenho receio nem vergonha de dizer que sou ONDULADA. Um beijo para todas as minhas amigas meio enroladas!”

Me causando recalque com esse cabelo <3
Me causando recalque com esse cabelo ❤

Gostou? Vem você também contar pra gente como descobriu ser uma Ondulada!

Totalmente Enrolada: Hellen Rocha

Totalmente Enrolada: Hellen Rocha

Hoje nosso Tag vem contar a história da Hellen, que com a ajuda de um amigo percebeu que dá sim pra ser feliz e enrolada!

“Bom hoje eu vim contar um pouco sobre a história do meu cabelo para o Blog Meio Enrolada. Escolhi essas fotos pra mostrar um pouco.

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Eu era um tipo de criança que não ligava muito pra cabelo mais minha mãe fazia questão de colocar laços enormes em meu cabelo.
Chegou na época da escola e a maioria das garotas da escola tinham cabelos lisos e bonitos. Afinal, elas podiam pentear o cabelo quando quisessem e fazer penteados que eu nunca ousaria. -Como eu queria passar o tempo penteando o meu! – pensava assim.
Pensava que quem não tivesse cabelo liso não seria feliz.
Enquanto crescia, essa questão me atormentava. Por que as pessoas “bonitas” sempre tinham cabelos lisos?!
Os personagens de TV tinham cabelo liso, as pessoas de novelas e desenhos.
Muitos diziam que cabelo cacheado é “ruim” (Me sentia muito ofendida nisso)
Quando tinha uns 9 anos umas amigas fizeram alisamento e eu era louca pra alisar o meu.
Mais um amigo me disse “- Hellen, não acabe com seu cabelo ele é lindo só você não percebe você é linda de cabelo cacheado.”

Passou uns anos e pensei nisso… Prestes de completar 11 anos vi a importância de um cabelo cacheado por causa de uma atriz chamada Taís Araújo ela me impressionou muito com aqueles lindo cachos.

E hoje já não ligo muito pro que os outros dizem sobre mim ou sobre meu cabelo, pois eu sou quem eu sou, não vou mudar por opiniões.
“Eu não tenho cabelo liso e sou feliz”

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5 Verdades sobre meu cabelo Enrolado.

5 Verdades sobre meu cabelo Enrolado.

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Verdade número 1. Ele nunca estará completamente Enrolado, muito menos liso ou cacheado. 

Não adianta se iludir,cabelo é um negocio que tem vida própria, principalmente cabelo enrolado. Como todo mundo já sabe, por não ser liso e nem cacheado, nossos cabelos Enrolados fazem o que bem querem, e cabe a nós, dona da cabeleira, domar a fera. E tem dias, tem dias que a fera tá louca. (risos) Por isso nós fazemos tantas receitinhas e temos tantos segredinhos, para tentar deixar os cabelos mais jeitosos.

Verdade número 2. Cabelo Enrolado não é ”modinha”. 

Vejo todos os dias nessa internet de meu Deus, muita gente reclamando e discutindo se cabelo enrolado/cacheado é ou não modinha. Gente, pelo amordi. Se a pessoa gosta de alisar os cabelos, beleza, mas o fato dela optar por cabelos naturais é modinha? Finalmente os cabelos enrolados tem seu espaço na sociedade sem serem ligados ao feio, ao ruim, ao sujo e vem meia duzia de pessoa dizer que é modinha. Sério, isso me irrita.

Verdade número 3. Eu uso meu cabelo como eu quero. 

Sim, o cabelo é meu e se eu quiser sair de casa sem pentear os cabelos eu vou sair. Não adianta aquela piadinha chata de todo dia dizendo: ”ah, nem penteou o cabelo hoje, hahaha.” Sério, não tem graça, ninguém mais ri disso. Como também tem dias que eu vou ter maior gosto e tempo de arrumar meus cabelos e todo mundo na rua vai me olhar morrendo de inveja. (risos) Por que venhamos e convenhamos, cabelo enrolado chama muita atenção. E também tem dias que eu vou passar no salão e fazer aquela escovinha ”bapho” que só vai durar um dia, mas só não me venha com aquela de ”óh não, cadê os cachos?” Gente, só vai durar um dia mesmo, pra que esse drama? Ou pior, não venha me dizer que eu fico melhor de cabelo liso, eu deixo de falar com você. (risos) (é sério!)

Verdade número 4. Sim, eu tenho Frizz.

O que a gente mais nota é o incomoda das pessoas com os Frizz. Gente, cabelo enrolado tem sim muito frizz, e só sai se passarmos cola. (sérios, não usem cola) Eu entendo que tem dias que você quer um cabelo mais arrumadinho, mas acreditem Frizz não é nada comparado a quem anda de chapinha 24h por dia no cabelo e não pode nem tomar um banho de mar ou de chuva tranquilamente. Frizz é uma forma do seu cabelo lhe mostrar o quanto ele está feliz por você aceitar ele como ele é. Ame seus Frizz.

Verdade número 5. Amo meu cabelo como ele é.

Quando criança eu não gostava do volume que o meu cabelo tinha, por não ter forma só era aquele volume todo pra cima, sem forma, era estranho. Por isso eu só andava de rabo de cavalo, o que acabou marcando e quebrando muito o meu cabelo. Então logo que pude virei refém da chapinha, meus cabelos ficavam comportados, mas também grossos e eu não gostava nada quando começava a suar. Quando comecei a cortar o cabelos comecei a me descobrir, e vi que eles precisavam respirar. Foi assim que me permiti ser Enrolada. Desde então não me vejo de outro jeito, meus cabelos são o que eu sou, eles fazem parte de mim e não há nada que você diga que possa mudar isso.

Bem meninas, espero que tenham gostado das 5 verdades sobre o meu cabelo enrolado. Acredito que muita gente também passe por muita coisa que eu citei, mas se aceitar é essencial.

Contem pra gente as 5 verdade sobre os seus cabelos também, teremos um prazer enorme em compartilhar aqui.

Beijos :**

Duas fotos minhas só pra mostrar os cabelinhos mesmo. rs

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